[Album Review] EXO – Don’t Mess Up My Tempo (ou Depois de um tempo no porão, o comeback do principal ato masculino da SM valeu a pena??)

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Depois da SM dar uma de YG e deixar o EXO no porão por praticamente um ano no cenário coreano (tivemos um lançamento japonês no começo do ano, mas boa parte dos capopeiros ignora isto kk), as expectativas para o comeback do grupo estavam altas, ainda mais apostando em um motoqueiros no deserto concept, tendo a volta de Lay no line-up e lançando música pouco antes das premiações do MAMA!!! Será a espera valeu a pena??

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Tracklist:

  1. Tempo
  2. Sign
  3. Ooh La La La
  4. Gravity
  5. With You
  6. 24/7
  7. Bad Dream
  8. Damage
  9. Smile On My Face
  10. Oasis
  11. Tempo (Chinese Version)

A ideia inicial para este post era ser uma Album Review/Fanfic (que traz as análises faixa a faixa e, intercaladamente, partes de uma fanfic inspirada no álbum), mas meu celular resolveu me trollar e apagar boa parte da fanfic que eu estava escrevendo. Então, ao invés de tentar reescrever tudo correndo, decidi já postar a análise do álbum e deixar a estória pra um futuro (seja aqui no blog ou quando eu criar uma conta no Wattpad). Pra quem ficou curioso na sinopse da fanfic, eu coloquei ela no final do post ^^

Além disso, é a primeira vez que escuto um álbum do EXO (só acompanhei mais os álbuns do EXO-CBX mesmo), então esta review funciona mais como uma percepção de um iniciante no grupo do que qualquer outra coisa.

Tempo, o single, abre o álbum com pulso, sendo uma uptempo frenética cheia de mudanças no instrumental, misturando tanto elementos mais orgânicos quanto sintetizadores (o que fez super sentido com com o conceito e a letra da música). Não seguindo nenhuma modinha no pop atual, a faixa consegue se destacar dentre outros lançamentos do mercado, além de ter um refrão digno de nota que combina perfeitamente com os passos mais complexos e irrequietos típicos de boybands. O crescendo da melodia também ganha certo destaque, construindo um clima de synthpop/club song apenas para quebrar com as expectativas em sintetizadores dance-pop dignos de divas pop/funkeiras prontas para fazer você fritar na pista de dança. Neste contexto, parte do breakdown meio a capella também ajuda no contraste, deixando o último refrão ainda mais efetivo depois de desacelerar o tempo do instrumental.

Dito isso, vamos as críticas. Os vocais extremamente processados de Xiumin e do Baekhyun emulando o MC Catra ficaram destoados na construção da faixa e dos harmônicos dos outros integrantes (e do próprio Baekhyun, diga-se de passagem), criando uma sensação de que foi um recorta e cola mal feito. Além disto, o breakdown, apesar de ter uma boa proposta, é longo demais (pega quase um terço da faixa) e aposta demais em gritinhos mega fininhos, o que, apesar de eu curtir em boybands, também acabou dando uma impressão desconexa entre faixa, conceito e letra.

A propósito, a letra, por si só, ganha força mesmo no refrão (“não estrague meu ritmo, escutar isto será o suficiente/eu disse não estrague meu ritmo, esta batida irá roubar seu coração”) , com eles pedindo a crush/ficante (ou uns aos outros, depende da sua interpretação) para não apressar as coisas e ter paciência com a velocidade na qual o relacionamento está evoluindo, porque é apenas seguindo o ritmo natural das coisas é que tudo dará certo.

Sobre o clipe,  eu confesso que fiquei meio decepcionado. Depois das invencionices trash de Power e o conceito meio Red Velvetesco de Ko Ko Bop, eu achei que teríamos pelo menos uma estorinha mais explícita envolvendo o plot do Cubo Vermelho (eu sei que o EXO tem uma espécie de Saga do Loonaverso própria) ou uma corrida de motos mesmo, uma pena … Pelo menos alguns visuais estão ótimos (olá Kai de crop top e suspensórios o/), apesar de alguns membros terem sido sacrificados no processo (o Xiumin ficou bem esquisito com esse look Equipe Rocket sendo atingida pelo raio do Pikachu @.@’), e a coreografia ficou legal e divertida de acompanhar (confesso que fiquei com uma vontadezinha de aprender kk).

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Sign é um pop industrial mais sombrio e etéreo, com vocais esfumaçados e sintetizadores mais pesados no instrumental. De forma inusitada, o tema da faixa não cai para o oppa vida loka, tendo um letra bem melancólica sobre as dúvidas geradas pelos claros sinais de que quem eles amam estão mentindo para eles. O conceito de motoqueiros se mantem a partir das analogias envolvendo um cenário desértico (seja um deserto de areia ou de gelo), como no meu verso preferido: “como areia, quanto mais apertado eu seguro, mais você se dispersa”. A construção de faixa é extremamente redondinha para um pop industrial, um ritmo que é bem difícil de se acertar, mas, no fim, deu mais uma impressão de música de transição do que de uma b-side que se destaque na tracklist…

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Ooh La La La constrói-se a partir do som de uma guitarra flamenca, tendo um clima bem mais tranquilo e good vibes, quebrando qualquer sequência que Sign poderia criar na tracklist, mesmo se utilizando do mesmo tipo de vocais esfumaçados. A letra fala sobre atração a primeira vista, com analogias interessantes, envolvendo, como pode se esperar, o olhar (“seus olhos estão sussurando para mim” “eu vou dançar em seus olhos”).  Sendo a primeira faixa na tracklist a representar alguma modinha atual (no caso, tanto o latin pop quanto o clima mais tranquilo do reagge que trouxe um hit para iKon), é claro que foi justamente por conta disso que foi escolhida para ser performada em stages. É uma faixa genérica que funcionaria dentro dos álbuns de várias outras boybands e girlgroups este ano, sendo levemente memorável justamente por conta disto.

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É uma tristeza que Gravity tenha ficado perdida no álbum sem nenhuma apresentação ao vivo, porque, sinceramente, esta b-side vale qualquer confete que possa se querer jogar em cima deste álbum. Sendo um eletropop retrô que cairia tranquilamente em algum lançamento do ShiNee (também, foi produzido pelo LDN Noise… @.@’), a faixa começa como uma club song oitentista, passa por um pop uptempo dos anos 2000 e desemboca em um refrão de disco marcado por violinos. São tantos elementos no instrumental que a cada ouvida percebemos algo que não tínhamos ouvido antes, com os harmônicos fininhos dos integrantes aguentando o tranco e não sendo colocados de lado. A letra, que teve contribuição do Chanyeol, também é um destaque ao se apoiar na analogia da atração gravitacional para representar a tentativa meio desesperada de tentar manter um relacionamento, mesmo quanto a outra parte já está querendo pular fora. É o grande destaque do álbum como um todo e, na tracklist, ficaria perfeita entre Tempo e Ooh La La.

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With You é outra faixa que o Chanyeol contribuiu para as letras, e, desta vez, também para a produção, sendo um número de R&B com influências bem leves de city pop e trap. A letra é extremamente romântica e previsível como o próprio título sugere e é um verdadeiro milagre o fato de isto não ser uma baladinha. Entretanto, os vocais dos integrantes são tão engolidos pelas batidas do instrumental, as únicas exceções estão nos versos do Chen e do Baekhyun, e nos raps do Chanyeol, que a faixa perde muito seu replay factor, caindo naquela categorização de que as/os exo-ls (deixo aqui anotada minha insatisfação do nome do fandom não ser exotic) vão se emocionar horrores e o resto vai simplesmente ignorar a existência.

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24/7 é uma midtempo sensual escorpiana típica de girlgroups como SISTAR, EXID e AOA, tendo, ao invés dos vocais roucos de Hyolyn, Solji e ChoA, os harmônicos extremamente agudos de Baekhyun, Chen, D.O. e Xiumin. No instrumental temos poucas e efetivas variações no instrumental, sob a repetição viciante de “I think about it 24/7”, enquanto eles narram o quanto palavras duras de um/a crush podem se alojar em nossa mente e nos fazer passar noites acordado. Também vale destaque a outro (o contrário de intro) só de assovios. Seja pelas semelhanças a lançamentos de girlgroups ou pelo tema verossímil e de fácil identificação, a faixa se destaca na tracklist, sendo o melhor número mais lento e tranquilo dentro do álbum.

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Bad Dream começa como um R&B mais padrão e se transforma um pseudo-house conforme o tema de pesadelos ganha força e impacto nos versos. A letra segue a lógica escorpiana de 24/7, falando sobre as lembranças dolorosas e constantes que um relacionamento pode causar depois que já se encerrou. É uma das letras mais agressivas e poéticas de todo o álbum, tendo vários versos muito bem construídos sob um mesmo contexto, sendo os meus preferidos “eu não posso mover sem ser paralisado. Está trancafiado em ira” “um carrilhão de vento vazio cada vez mais tempestuoso”. Tendo a melhor transição entre faixas da tracklist, tanto em relação a melodia quanto ao tema, é outro destaque e mantem o pulso do álbum com tranquilidade.

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Damage é um hip-hop + R&B mais padrão no k-pop, tratando do mesmo tema melancólico de 24/7, só que, desta vez, com uma roupagem mais agressiva. O grande problema da faixa é o breakdown em teclas de piano, que não combina com o resto da melodia e acaba prejudicando o resultado final, que deveria ser mais agressivo e ressentido do que realmente soa. A construção da letra segue na linha das outras do álbum, o que é ótimo para termos de consistência, trabalhando, principalmente, a partir da imagem de “trevas”, associando-o com dor: “(Você!) Avassalador e obscuro novamente por sua causa/ (Você!) apareceu dano”. No fim, apesar dos defeitos, a posição da faixa na tracklist salva ela de ser dispensável.

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Smile On My Face é a baladinha propriamente dita do álbum, tratando da calmaria após a tempestade emocional de Damage. Aqui, eles perdoam o/a ex por tudo que ocorreu no relacionamento, o que, consequentemente, acaba varrendo para longe as memórias amargas que vimos nas faixas anteriores. Tirando esta desculpa conceitual, a faixa é o que pode se esperar de uma baladinha capopeira, tanto em termos de letra quanto de instrumental, só não sendo a música mais genérica do álbum pela existência de With You.

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Oasis volta ao conceito de motoqueiros no deserto, falando sobre o fim da estrada após o encontro de um oásis. Sendo um R&B + trap, a faixa é a que melhor consegue criar o clima necessário que o conceito pede, sendo bem fácil imaginar os nove pilotando na direção do pôr-do-sol ao som desta música. A letra tem umas analogias interessantes envolvendo a sede (afinal, a grande vantagem de achar um oásis no meio de um deserto é ter água potável disponível para beber), sendo mais interessante pelo contexto que cria do que por um verso solto ou outro. No fim, a faixa não chega a ser um super destaque por si só, mas finaliza muito bem o álbum (considerando que a é a próxima faixa é apenas uma versão do single) sem precisar cair para mais uma baladinha sem sal nem açúcar.

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A versão chinesa de Tempo não muda muita coisa da versão coreana, apenas soando mais ou menos harmônica pela distribuição distinta das silabas poéticas que possuem as duas línguas. A tracklist ficaria bem melhor se não tivesse esta versão, mas entendo a necessidade da SM não desistir de mirar no público chinês com este comeback, ainda mais com a volta do Lay depois de um tempo promovendo solo na China.

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conclusc3b5es-rv11Eu me surpreendi com algumas consistências sonoras e rítmicas que temos no álbum. É nítido que o tema principal do álbum gira em torno dos rancores e desentendimentos que um relacionamento pode causar (as únicas exceções a isto são Ooh La La, With You e Oasis), sendo representado por meio do recurso literário do antropomorfismo, onde o cenário desértico e solitário do conceito de motoqueiros representa a solidão e o amargor expressados na maioria das letras (mas, claro, isto pode significar apenas que estou brisando demais na teoria kk). É um álbum competente que decepciona e atende as expectativas de forma mediana, o que acaba passando meio despercebido em razão do intervalo gigantesco que tivemos entre este lançamento e o último comeback coreano do grupo, assim como aconteceu com o primeiro mini-álbum do BlackPink. Para mim, este álbum saiu com um saldo levemente positivo (mas só o tempo dirá se ele continuará nas minhas playlists ou não), me instigou a escutar com mais calma os álbuns anteriores do grupo e me deu mil e uma ideias fanfiqueiras.

A propósito, segue a sinopse da fanfic que meu celular apagou:

O lugar: Chispada dos Mortos, a última corrida do circuito interno da SM Enterteiment. O prêmio: um milhão de dólares e a chance de participar do circuito externo sul-coreano. O time: A Equipe 12, EXO. O sorteado: Kai, considerado o pior corredor de todo o circuito…

Será que ele conseguirá provar que todos estão errados e vencer os principais atos da SM e seus carros peculiares??

A ideia é uma inspiração no desenho da Corrida Maluca, onde cada grupo ativo da SM teria seu carro doido (como um tanque do exército em formato de bolo para o Red Velvet), com direito a ships como Kaisoo e Taekai, além de referências ao namoro de Kai e Krystal. Eu preparei mil e um conceitos sobre os carros e a dinâmica entre os corredores, mas, como acabou não ficando pronto a tempo, trabalharei mais a ideia e começarei uma fanfic mais longa, envolvendo várias corridas, no futuro.

EDIT/Atualização: A fanfic já está no ar!!! Clique aqui e acompanhe a corrida maluca dos atos da SM Entertainment!!!

Porém, pra não ficar só nesta expectativa, decidi desenhar cada um dos sorteados (um piloto e um copiloto) de cada equipe com seus respectivos carros e postar em meu instagram e no twitter!! Obviamente, o primeiro vai ser Kai (e seu copiloto D.O.) juntos da aparentemente simples moto da Equipe 12. Se ficou com curiosidade, não deixe de acompanhar xD

Ficou com curiosidade para saber como são as fanfics do Aquário Hipster?? Clique aqui e dê uma olhada nas doideras que já escrevi aqui (tem até uma do BTS @.@’) kkk

Gostaria de ver uma fanfic do EXO no blog o mais rápido possível?? Clique aqui e conheça The King of Fanfics, a enquete sobre fanfics na qual EXO-CBX está concorrendo!!!

9 comentários em “[Album Review] EXO – Don’t Mess Up My Tempo (ou Depois de um tempo no porão, o comeback do principal ato masculino da SM valeu a pena??)

  1. Eu sou exo-l e não havia gostado muito do álbum, sempre que chega em “with you” eu paro, porque sinto uma espécie de “quebra” que me incomoda bastante, então pulo pra Damage e termino por aí mesmo. Eu senti o mesmo incômodo com o married to the music do SHINee anos atrás, então talvez só seja um problema individual. Entretanto, depois dessa publicação vou tentar dar uma segunda chance. No geral, eu amei Gravity, mas a achei um desperdício nessa track list, com certeza nunca será performada e eu chorarei horrores, porque sempre a minha preferida é esquecida no churrasco. E Tempo tem seus erros e acertos, porém foge do comum, o que aumentou gradativamente seu replay factor comigo. É uma pena que a sm esteja cagando nas promoções e tudo mais, ela claramente quer enterrar o grupo, o exército ta aí batendo a porta, e eles tem um grupo de mil integrantes pra forçar até dizer chega.

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    1. “É uma pena que a sm esteja cagando nas promoções e tudo mais” – eu tô achando que ela viu como o concept da YG de não ligar pro Black Pink deu super certo e tá fazendo o mesmo, sério kkk Bem naquele estilo de fazer um bolo de aniversário pequeno para as pessoas darem valor e ficarem passando vontade de comer mais kk

      With You ficou bem esquecível pra mim (também senti esta quebra na tracklist, mas como adorei 24/7, que vem logo depois, acabo relevando um pouco kk) e eu prefiro escutar a versão original (Odd) do que o repack de Married to the Music, porque ficou uma tracklist bem truncada mesmo @.@’

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  2. Eu sou EXO-L e gostei do álbum kkkkkkkkk, porém gostei mais do The War de primeira do que ele. Acho que faltou uma ligação entre as músicas e eu, eu concordo bastante com sua análise, o red veveltesca e referências a escorpião muito bom KKKKKKKKKKKKK.

    SM sofre com esse problema de não saber montar setlist de álbum, no The War eu quase deixei de lado, minha favorita do álbum, Going Crazy por ela vir depois da modorrenta, que eu adoro mesmo assim, Walk on Memories. Achei With You a mais sem graça e esquecivel de todas, você consegue imaginar ela no elevador, Damage devia ter mais a parte do piano e menos de todo o resto, essas 2 foram meu saldo negativo do álbum (que n vai da em nada pq daqui uns dias já vou ta dizendo que amei como qualquer pessoa da fanbase). A setlist me lembra o EXODUS, a intercalação entre músicas mais agitadas e mais calma (sign até me lembra Transformer que tem isso de música de transição), porém é o álbum sucessor do EX’ACT (que eu adoro), tendo a nova Monster (Tempo onde eles brincam com técnicas vocais) e a nova Lucky One (Gavity).

    Vou até parar por aqui se não vira um textão de Facebook.

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    1. Que isso… Obrigado pelos elogios e por comentar ^^

      Eu confesso que não entendi algumas referências porque ainda não escutei outros álbuns pra conferir suas tracklists kkk A propósito, como EXO-L, qual álbum você recomenda para eu escutar primeiro??

      “que n vai da em nada pq daqui uns dias já vou ta dizendo que amei como qualquer pessoa da fanbase” – adorei sua sinceridade ❤ kkk Tô igualzinho com o álbum solo do Key xD

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  3. Eu não gostei de Tempo, o mv basicão e parece tudo misturado e uma bagunça doida na música. Mesmo seguindo a cartilha de boybands fashionistas, Exo já entregou coisa mais legal do que isso daí.
    Power na época só foi marcante na minha opinião por causa do Baekhyun segurar um gato e parecer a Taeyeon 😐
    O álbum ainda vou conferir, mas que eles deram uma derrapada nesses últimos anos…

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  4. O exo tem uma discografia bem coerente e acima da média dos seus contemporâneos até ( o que não quer dizer muita coisa, mas enfim…), pelo visto a tendência é isso se manter, até me animei pra ouvir esse novo. ótima review parabéns ❤

    PS: no aguardo da fanfic completa!

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