[Album Review/Fanfic] EXO – Love Shot (ou Tempo, Parte II: Moderato… Os embates na pista de corrida começam!!)

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Como numa série, passou uma semana desde o primeiro capítulo da fanfic de Tempo. Neste meio tempo (badum tss kkk), o EXO lançou o repackaged, apostando na sensual e lenta, Love Shot… Será que funcionou para o grupo?? Como será que o single aparecerá na fanfic?? Quem ganhará a corrida maluca entre os atos da SM??

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Tracklist:

  1. Love Shot [INÉDITA]
  2. Tempo
  3. Trauma [INÉDITA]
  4. Wait [INÉDITA]
  5. Sign
  6. Ooh La La La
  7. Gravity
  8. With You
  9. 24/7
  10. Bad Dream
  11. Damage
  12. Smile On My Face
  13. Oasis
  14. Love Shot (Chinese Version) [INÉDITA]
  15. Tempo (Chinese Version)

Para quem nunca viu este tipo de post aqui no blog, a Album Review/Fanfic traz as análises faixa a faixa e, intercaladamente, partes de uma fanfic inspirada no álbum. Porém, diferente do comum, em que a fanfic possui um único capítulo, o que temos aqui é o segundo capítulo (de três) baseado no conceito de motociclistas no meio do deserto de Don’t Mess Up My Tempo em uma corrida insana entre os atos da SM Entertaiment.

Clique aqui e confira a primeira parte da fanfic: Andante!!!!

Além da fanfic, como se trata de um repackaged, o Aquário Hipster já analisou as faixas originais de Don’t Mess Up My Tempo em uma Album Review própria, portanto, o presente post se preocupará apenas com as três (quatro, se forçarmos a barra) músicas inéditas que tivemos com Love Shot.

Clique aqui e leia a Album Review de Don’t Mess Up My Tempo!!!!


O novo single, Love Shot, troca a uptempo de Tempo por um número mais tranquilo de reggae, que mantem um compasso constante no refrão e nos versos, criando um caráter mais diferencial dos vícios do gênero a partir de um crescendo de EDM no pré-refrão, que aumenta o impacto do refrão e destaca a marcação mais forte em sua melodia. Dito isso, a música é apresentada com um conjunto bem mais orgânico de harmônicos e raps, que conserta as discrepâncias entre os vocais que incomodaram em Tempo. É uma faixa bem mais redondinha, que, no cenário atual do k-pop, nem chega a ter cara de single ao não apresentar nenhuma invencionice e não cair no house.

Mas, o que realmente a transforma num single extremamente memorável é todo o pacote que está envolto no lançamento. O clipe, apesar de genérico e com relações subliminares demais para com a fanfic do cubo vermelho que o grupo vem construindo, traz um sexy concept que ultrapassa os limites de gênero sul-coreanos, atingindo seu ápice no enfoque do refrão em Kai (que continua com o visual impecável), sensualizando como se estivesse em uma midtempo do Brave Brothers. Neste sentido, o grupo se aproximou muito de outros lançamentos de boybands que tiveram uma cara menos hetonormativa e acabou apaziguando o clima forçado de “machão” que muita gente pode ter visto no clipe de tempo.

Clique aqui e confira outros lançamentos de boybands não heteronormativos que pareceram emular girgroups!!!

Por fim, a analogia de shot de drinks com tiros de armas (shoot) foi sensacional, tanto na letra quanto nos passos do refrão.


TEMPO II: Moderato

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Dentro do Sidecar, D.O. observava conforme ganhavam velocidade junto dos outros competidores.

“Que pena!”, gritou BoA, segundos depois da partida, “novamente, o foguete da Equipe 17 não teve forças para engatar e permanece estático na linha de partida.”

D.O. pensou em se virar para ver a cena que se desenrolava com a Equipe 17, mas desistiu da ideia. Aquilo acontecia durante praticamente todas as corridas, aquela equipe ainda estava, de fato, fracassando mais que o comum para novatos… Além disso, precisava manter atenção completa na pista a sua frente, pela vitória de sua equipe. Ou, melhor, pela vitória de Kai.

Não sabia como se sentir sobre Kai depois do desastre do Circuito de 2017…
Todos os anos, vários fatores da corrida mudavam, sejam suas pistas, seus conceitos e até mesmo algumas regras! Em 2017, tudo estava encaminhando bem… Ou, bem, pelo menos, parecia que tudo estava se encaminhando bem para D.O., não poderia deixar de imaginar o que aconteceria se tivesse percebido os objetivos de Kai antes.

Todo ano, as corridas se transmutavam de uma forma que só poderia ser descrita enquanto maluca. As pistas, os desafios e até mesmo algumas regras se transformavam vertiginosamente de um Circuito para outro.

Em 2017, o tema da corrida final era bem mais urbano. Todos os corredores haviam sido trancafiados dentro de um mega complexo hoteleiro, no último andar do prédio mais alto que existia por ali. O objetivo era claro: tinham de achar não apenas a saída, como também a chave necessária para abrí-la.

Daquela vez, Kai também tinha sido escolhido para Equipe 12, como copiloto. Era Xiumin que iria dirigir a moto. Isto, por si só, já era um alívio para toda a equipe. A rota era incerta e o desafio necessitava de calma, sendo que o término com Krystal não estava fazendo bem ao Kai.

Cada equipe tinha montado sua estratégia, era óbvio, mas todos os espectadores, e até alguns dos próprios corredores, tinham certeza que a Equipe 14, Red Velvet, iria ganhar. Elas estavam se desempenhando de uma forma assustadoramente boa no Circuito, assim como ninguém duvidava da parceria entre Yeri e Irene, as escolhidas da vez. Isto não espantava Xiumin, mas, apesar de D.O. não perceber na época, assustava Kai. A perspectiva de mais uma derrota o apavorava.

Verdade seja dita, Kai foi o grande derrotado. Sempre foi, na verdade, mesmo antes de Krystal. Talvez aquilo fosse resultado de algum pessimismo exacerbado, D.O. não sabia…

Depois do incidente, ele estava mais sozinho, mais triste e mais desamparado. Se antes o público já se virava contra Kai depois de seu término com a Princesa de Gelo, depois, nem mesmo na equipe alguém confiava nele. D.O. tinha observado toda aquela situação e não conseguira se manter indiferente. Foi assim que começaram a se aproximar…

“D.O.!”, Kai chamara, por meio do comunicador que usavam para conversar entre si com o barulho extremamente alto da moto, “bolofãs à direita!”

Já devia ter percebido a aproximação do tanque de guerra da Equipe 14. Droga! Precisava se concentrar! Elas não deixariam barato qualquer desatenção por parte de um adversário, ainda mais Irene,que participara de toda a confusão do Circuito de 2017.

“Elas vão atirar!”, gritou D.O., já vasculhando os botões que se encontravam escondidos na parte frontal do Sidecar, “Vou ativar a ligação leve!”

“Tem certeza?!”, perguntou Kai, sem tirar os olhos da pista. Sua visão periférica captava a aproximação do Red Velvet, mas não havia qualquer sinal de que iriam partir para a ofensiva. Pelo menos, não para ele.

“Confia em mim!”, respondeu D.O., apertando um dos botões.

Dentro do tanque, Irene e Seulgi não estavam prestes a disparar. O jogo delas era bem mais tático do que a maioria dos corredores previa, e olha que todos já tinham uma boa noção do que elas eram capazes.

Atirar em Kai era besteira. Um desperdício de massa de bolo, apenas. Depois da atuação vergonhosa dele no ano anterior, era só uma questão de tempo até ele se autosabotar. Seulgi respirou fundo. Sabia do ódio que Irene nutria por boa parte dos integrantes da Equipe 12, e pela forma como a trapaça de Kai havia deslegitimado a vitória delas no ano anterior para boa parte dos envolvidos.

A liga leve da motocicleta havia sido acionada por D.O., fazendo o veículo ganhar propulsão em seu motor e pneus elásticos, de forma que a Equipe 12, agora, saltava continuamente aos ares para avançar, como um sapo.

“E não é que eles foram espertos?”, Irene disse, mais para si mesma do que para Seulgi.

Naquela corrida existiam dois alvos principais para boa parte dos corredores: EXO, o alvo fácil e rápido de se eliminar, e Red Velvet, o alvo difícil que deveria ser varrido da pista o mais rápido possível. Irene não sabia se Kai tinha consciência disto, mas afastarem-se do tanque e manterem-se num movimento constante e irregular, faria com que a maioria dos corredores resolvessem atacá-las primeiro.

“Seulgi, vamos de toupeira!”

“Beleza”, depois de uma combinação de botões mais complexa do que aparentava, o canhão do tanque se transformou em uma broca gigante, que, em poucos segundos, enterrou-se no solo, levando suas tripulantes, a Equipe 14, para as profundezas do deserto.


A seguir, nas faixas inéditas, temos Trauma, que mantêm o clima mais calmo de Love Shot com um dance-pop marcado por xilofones, falando sobre superar as dores após uma desilusão. A faixa se encaixa muito bem nos temas escorpianos de 24/7, Bad Dream, Damage e Smile on My Face ao mesmo tempo que combina com as sonoridades de Ooh La La La e Gravity, sendo mais memorável e orgânica que boa parte delas. O único problema mesmo está na sua posição forçada em meio a tracklist, o que, ainda mais sendo uma inédita de um repackaged, acaba diminuindo seu replay factor.


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O rosto incrédulo de Yuri apenas ficava mais forte conforme ela observava o tanque do Red Velvet desaparecer por entre o chão duro e árido da pista.

“YoonA”, ela exclamou, sem esconder o espanto, “você viu o que eu vi?!”

A co-pilota do caminhão monstro riu. Yuri conseguia ser bem óbvia quando queria.

“Claro que vi, mulher! Elas estavam bem na nossa frente!”

YoonA suspirou. Ter aquelas duas fora de cena, nem que fosse por enquanto, era um alívio. Depois de tanto tempo sem correr, era difícil voltar a se acostumar com a rapidez de raciocínio que a competição pedia. Apesar de meio desnecessário, o espanto de Yuri não era desprovido de sentido.

Os garotinhos da Equipe 12 estavam logo a frente, pulando desenfreadamente naquela motinha deles. Seria fácil pegá-los. O novo caminhão monstro iria amassá-los em poucos segundos.

Ainda estava se acostumando com o novo carro. Depois da saída desenfreada de várias integrantes da equipe, estava sendo difícil continuar com o modelo clássico que usavam desde 2007… A mudança vinha para o bem. Repetiria isto a si mesma o quanto fosse necessário para se sentir melhor.

Engatou a quarta marcha. Tinha de ganhar velocidade o suficiente para acabar com a farra daqueles meninos.

“Por que não testamos as novas rodas agulha?”, perguntou Yuri, com um sorriso maquiavélico no rosto.

YoonA balançou a cabeça afirmativamente. Talvez fosse melhor furar do que esmagar.

Ainda pulando serelepe, a moto da Equipe 12 mal tinha noção do que se aproximava. D.O. e Kai mantinham seus olhares fixos a frente, concentrados em manter o equilíbrio conforme a moto avançava irregularmente pelo ar e pela terra do deserto.

Logo atrás, as rodas do caminhão monstro ganhavam espinhos de ferro fundido por toda sua extensão, girando a tal velocidade que passaram a abrir duas enormes fendas por onde passavam. Considerando que a altura dos pulos da moto igualavam com as da roda, Kai e D.O. teriam de desviar bruscamente para não serem acertados pelos espinhos. E, caso qualquer um dos dois caísse de seu veículo, eles seriam eliminados da competição.

A experiência da Equipe 07 falava por si mesma ante as invencionices tecnológicas das equipes mais novas.

Quem percebeu primeiro o que estava prestes a ocorrer foi D.O. O surgimento dos espinhos passara a refletir os raios de sol diretamente em seu espelho retrovisor. Tomado pelo pânico, sua mente entrava em um turbilhão conforme procurava a saída mais eficiente para aquele entrave ao mesmo tempo em que se culpava pela desatenção a aproximação da Equipe 07.

Respirou fundo. As rodas espinhosas estavam cada vez mais próximas.
“Kai…”, disse o mais baixo que pode, pelo comunicador. Se eles desviassem apenas no último instante, a chance de despistarem a Equipe 07 era maior.
Por sorte, ou destino, vai saber, Kai levou seu olhar levemente para o lado em que D.O. estava. Entretanto, para o co-piloto, era impossível dizer se ele havia entendido o que se passava.

Não havia mais tempo. O caminhão monstro se aproximava cada vez mais.

“PRA ESQUERDA!”, D.O. gritou, desligando a ligação leve bruscamente.

Kai quase tombou a moto ao virá-la para esquerda, o que deixou o sidecar a frente da moto para enfrentar os espinhos. Ele, de fato, havia percebido o que se passava.

D.O., por sua vez, ainda não havia terminado. Impulsionando-se com a perna esquerda, pulou do sidecar com o máximo que força que conseguiu reunir, torcendo para pousar na garupa da moto.

Kai estava no controle da direção enquanto a moto caía vertiginosamente no chão, como uma pedra. Não tinha cono desviar sua atenção para D.O., por mais que quisesse agarrá-lo o mais forte possível para impedir sua queda.

D.O. mantinha-se focado conforme atravessava o ar naquele eterno percurso de poucos segundos. Encaixar a garupa entre ambas as pernas seria algo impossível, então teve de esperar conforme seu corpo atravessava o veículo. Se desse certo, cairia sentado com ambas as pernas para o lado direito. Se desse errado… bem, pelo menos estava de capacete.

Yuri e YoonA observavam atônitas conforme D.O. pousava rusticamente na garupa, abraçando o torço de Kai com o máximo de força possível para não escorregar. A resistência da moto suportou a queda ao atingir o solo. Contudo, o mesmo não se poderia dizer do sidecar, que fora atingido em cheio pelos espinhos. Se tornando, em poucos instantes, sucata processada.

Kai acelerou. Iriam para a direção errada, mas, pelo menos, se afastariam da Equipe 07 enquanto elas lidavam com o desvio brusco. Além disso, teriam que parar assim que possível, D.O. não conseguiria ficar naquela posição da moto por muito mais tempo.

Conforme desviavam da rota principal e avançavam no deserto inexplorado, não conseguiram conter o alívio. Depois de todas as investidas que mal suportara no desastre do circuito anterior, Kai ainda duvidava de sua capacidade de enfrentar diretamente os outros corredores. Mas haviam conseguido! Aquilo era motivo para se comemorar!

Ou, pelo menos, era o que Kai e D.O. imaginavam. No horizonte, que a menos de um segundo atrás reluzia a chama da esperança, se formava uma nuvem terracota de areia.

“Tempestade de areia?!”, D.O exclamou, incrédulo, “Sério?!”

Pela velocidade em que estavam, tinham se desviado demais da rota. Provavelmente aquela tempestade não estava nos planos do comitê organizador para o circuito. Ou talvez estava… Era difícil prever o que sairia das mentes maquiavelicamente criativas da SM Entertainment.

O desafio agora era outro: tinham de se abrigar antes da nuvem chegar.

Apesar de a moto não ter sofrido grandes avarias além da perda do sidecar, Kai e D.O. estavam exaustos. Toda a adrenalina vinda do encontro seguido com as Equipes 14 e 7 havia se dissipado em meio ao desespero de serem tragados por uma tempestade de areia.

Naquele momento, ganhar ou perder a corrida havia perdido boa parte de sua importância. Eles se focavam em sobreviver. Apenas sobreviver. Deviam estar fora de qualqier radar do resto da equipe ou da organização do circuito.

Ninguém iria salvá-los.

Conforme a nuvem ganhava velocidade, o esforço de Kai parecia cada vez mais patético. Não existia, em um raio de quilômetros, qualquer possibilidade de acharem algum abrigo naquele cenário sombrio e árido. Para se salvarem, só se acontecesse um milagre.

Eis que o milagre, na forma de uma nave rosa e polida, observava a situação do alto das nuvens, com curiosidade.

“Então, Krystal”, dizia Amber conforme acompanhava o desespero de seus rivais pela cúpula de vidro da nave, “acha que devemos salvá-los?”


Wait é com uma baladinha acústica que, apesar de ser bem executada, acaba se perdendo por sua irrelevância dentre o resto do álbum original. Provavelmente, se fosse uma b-side da Taeyeon, seguida de um signo diferentão, iria ser tocada bem mais vezes por mim (mal tive vontade de ouví-la novamente depois da primeira vez).

Pra finalizar as inéditas, pulamos para a versão chinesa de Love Shot que, assim como Tempo, não chega a trazer muita diferença para o resultado final, ainda mais com as partes em inglês permanecendo exatamente iguais.

Considerando apenas as músicas inéditas, Love Shot é um lançamento surpreendentemente bem montado e desenvolvido, trabalhando melodias mais leves que comunicam entre si de forma bem orgânica. Tanto que, se fosse um EP apenas com as quatro faixas, seria algo a se destacar dentre os álbuns deste ano. Porém, com a truncagem da tracklist e a fraqueza que as b-sides de repackages possuem por definição, só o single mesmo acabou ficando memorável. Neste sentido, apenas torço para o EXO continuar nesta pegada menos masculinizada ano que vem (e termos alguma live de Gravity, não custa sonhar), se apegando um mais aos seus conceitos em seus clipes ao invés de carões e coreografia em frente a um cenário temático…

Será que Kai e D.O. serão salvos por Amber e Krystal?? Quem será que vai ganhar a corrida?? Não perca o próximo, e último, capítulo da fanfic: Allegro, que vai ao ar na semana que vem!!!!


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5 comentários em “[Album Review/Fanfic] EXO – Love Shot (ou Tempo, Parte II: Moderato… Os embates na pista de corrida começam!!)

  1. É, não teve escapatória, deitei para a fanfic. Céus, o modo como você molda a estória de forma extremamente criativa e atento aos detalhes a torna ainda mais incrível. Eu não consigo parar de imaginar a Krystal com as roupas da White Witch de As crônicas de Nárnia quando encontra o Edmundo, e olha, ela está lindíssima em minha mente. Não vejo a hora de sair o último capítulo!

    Curtido por 1 pessoa

    1. MEU DEUSS!!! A bruxa branca de Nárnia!!! Agora certeza que vou acabar imaginando a Krystal desse jeito também conforme for escrevendo kkk Realmente, ela ficaria lindíssima neste figurino ❤

      Fico feliz que tenha gostado da fanfic xD Eu tento fazer meu melhor para construir a estória (afinal, não é porque é uma fanfic que tem que ser de qualquer jeito né?? ^^)… Aguarde que o próximo capítulo sai na semana que vem!!!

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