Fundo do Mar (Agosto’20): Nugus, SuperM, Kim Yohan, Cherry Bullet, The Rose e mais…

Mais um mês chegou ao fim, então vamos novamente nos aventurar pelos lançamentos que ficaram no fundo aqui do Aquário, onde a Úrsula está dando batendo cabeça ao som de Dreamcatcher, e não ganharam nenhum post solo no decorrer do mês?

Primeiramente, eu já queria agradecer pela resposta super positiva do primeiro post neste formato (copilando os lançamentos de julho), que, inclusive deu mais visualizações neste mês que posts de atos mais famosos, como a TNT do BTS e o sorvete do BlackPink!!! #NugulandiaRules

Who U Are, Kang Daniel

Sendo sincero, a coisa mais impactante do Daniel pra mim é que ele é namorado da futura rainha da Coreia (também conhecida como Jihyo), então sou totalmente alheio a toda a carreira solo dele. Eu li em alguns blogs que ele estava se rendendo ao latin-pop que nem a Chung Ha e que o lead single foi bem qualquer coisa considerando o feat que ele fez com a Jamie e o Simon Dominic.

Escutando as músicas em sequência, concordo com força com esta opinião. Waves traz uma interpretação vocal bem mais interessante (muito por conta da mudança de tom entre os três envolvidos), dando o pulso necessário para qualquer latin-pop que se preze. O pior é que, mesmo em relação a números mais lentos, o soft trap de Movie, o feat com rapper underground que teve clipe lançado na semana passada, ficou muito mais gostosinha de escutar que isto aí.

Juicy, Rocket Punch

Rocket Punch vem chamando a atenção por fazer barulheira gritada que funciona (e pelo color coded de álbum extremamente bem executado, com capas lindas). Juicy poderia ser o título de uma coisa bem safada, mas, ao invés disso, tivemos uma adaptação de trap para os charts infantis. E o pior que a culpa nem é do instrumental ou dos visuais, mas sim da interpretação vocal que fizeram as meninas entregarem. Se fosse um pouco menos açucarado e agudo, poderia virar uma farofa meio vergonha alheia…

Se você é fã de pop espivetado ou está com saudade de lançamentos de verão felizinhos, entretanto, não desista do Blue Punch por conta disto! Dei uma escutada rápida no álbum e todas as outras músicas estão bem competentes. Summer Punch ou The The deveriam ter sido o single, Summer Night é o número mais lento obrigatório e Twinkle Star é um ótimo encerramento para anime shoujo.

2 Kids, Taemin

Outro que meio que escorregou na escolha dos singles foi o Taemin. Este pre-release não faz nem um pouco jus ao hype que ele está criando para o lançamento (chamar o álbum de “Never Gonna Dance Again” pouco antes de ir pro exército dá um medinho, ainda mais depois que a GaIn aparentemente desistiu de dançar de vez…).

2 Kids parece um lançamento inspirado em house que veríamos em 2016/2017, com uma carga super dramática e sentimental que, sinceramente, só funcionou no clipe pelos passos de dança interpretativa que ele serviu. Talvez eu escute mais a música até o fim do ano porque parece algo que o Kei lançaria e eu gostei muito do debut album dele, mas, por enquanto, fico no aguardo de algo mais apocalíptico do maior solista masculino da SM atualmente.

Blessed, MiSO

MiSO é um caso de Namie Amuro/Diana Ross adaptado para a Nugulândia do k-pop. Ela fazia parte de um girlgroup chamado Girls Girls (que ainda terá um Navegando na Nugulândia, aguarde!) e, de repente, o site oficial do grupo virou o site da carreira solo dela, com o grupo implodindo e ela tendo singles digitais uma vez por ano.

Dada toda esta introdução, o drop no refrão cortou o fluxo da música totalmente pra mim. Ela até vinha com um crescendo agressivo legal, mas o refrão não funcionou colado com o resto, só a bridge mesmo… No fim, virou mais um caso de uma bridge que poderia ter sido o refrão (olha BlackPink fazendo tendência).

Burning Power, Maka Maka

Continuando na Nugulândia, temos o debut do Maka Maka, um girlgroup que ficou dois anos em preparação até sair. Uma das meninas é sobrevivente do LIPBUBBLE e outra do MIXNINE, ou seja, espero que elas tenham um mínimo de sucesso pra compensar estas decepções.

E a música tá muito bem feitinha e redondinha no conceito tropical, inclusive conseguindo escapar um pouco do tropical house (apesar do refrão). Vale o play nem que seja pra dar uma view pra elas.

W.A.Y (Where Are You), ENOi

ENOi voltou teve comeback na janela do começo deste ano que deu a chance de nugus ganharem um pouquinho de atenção (porque só teve lançamento de um ato mais famoso mais pro fim de janeiro). Nesta época, eles e o Dreamnote tiveram singles fofíssimos e b-sides MARAVILHOSAS (Not Sorry e Bittersweet, caso tenha ficado com curiosidade). Então eu estava com um pouquinho de hype pra este retorno sim.

Porém, houve algum problema com a mixagem deste single porque, meu deus, como ficou mal colado, hein? Os versos seguem um aumento na velocidade e no impacto dos vocais e tinham tudo pra dar aquela explodida cheia de highnotes…. Só que o refrão parece que é cantado dentro de uma caixa de tão abafado que tá o som. As transições bruscas do instrumental também não foram bem coladas entre si, então só piorou a experiência da faixa… Uma pena, sinceramente :/

Boy, TREASURE

Como eu disse no post do 1TEAM, está aqui a nova boyband da YG e, sinceramente, estou muito feliz que as pessoas estão parando de jogar confete gratuito pra empresa por qualquer coisa que lançam. Boy tenta se manter na marca de oppa poderosão dos raps, o que DESTRÓI completamente o que a música poderia ser se tivesse um refrão decente.

Não precisam forçar esta persona bad boy barulhenta em toda boyband que debuta, sério… Sorte que ainda tem boybands que estão apostando no aegyo este verão para eu não perder as esperanças.

cigarette and condom, BIBI

BIBI é uma pseudoindie (porque independente mesmo é quem nem empresa tem, vamos lá), que tá chamando bastante atenção de quem gosta de k-pop, mas também de reflexões sutis sobre a sociedade. Um combo destes tem tudo pra transformar ela numa das minhas cantoras preferidas em três músicas tranquilamente.

cigarrette and condom começa bem isto comigo (já que é a primeira vez que escuto algo dela), entendendo como que faz um bom trap da modinha, dando um refrão pra música e uma progressão de verdade pra este instrumental. Além disto, a forma debochada que ela canta deixa a música com um caráter meio afrontoso, que combina bastante com a letra, considerando que cigarros e camisinhas são coisas EXTREMAMENTE CENSURADAS na Coreia. A normalidade com que ela trata a necessidade de fumar e o sexo na letra, inclusive, é de se aplaudir de pé, normalizando algo que ou cai na censura coreana ou na hiperssexualização vista no pop-norte americano.

Claramente, se eu tivesse escutando antes, teria ganhado um post solo, comigo refletindo um pouquinho sobre normalização e hipersexualização…

Aloha Oe, Cherry Bullet

Cherry Bullet entrou num limbo tão grande pra mim. Elas começaram como um exército aegyo gamer, mas aí perderam três integrantes, quase se renderam ao sexy e, bem, voltaram ao aegyo gamer pra este verão.

O clipe está muito bom, um dos melhores que fala um pouco sobre o isolamento social e disfarça as dificuldades de gravar algo nesta época. A forma como as integrantes interagem por vídeo chamadas foi bem inteligente e consegue dialogar bastante com nossa realidade atual.

A música em si é um aegyo energético que se diferencia pelo seu drop havaiano no pós-refrão. Seria uma musiquinha de fundo perfeita para uma fase do Sonic que é na praia. Comecei a gostar dela meio que ironicamente, mas não duvido nada que até o fim do ano esteja gritando “hino!”.

BBIBBO BBIBBO, Byulzzi

O youtube as vezes me recomenda algumas coisas que me deixam com medo de como o algoritmo conhece a gente. Byulzzi é um trio de trot, onde as integrantes tem 22, 23 e 25 anos. OU SEJA: Orange Caramel pode ter ganhado suas sucessoras oficiais!!!

Está perfeito, sinceramente. Muita dramaticidade nos vocais das integrantes (que cantam com uma voz maravilhosamente grossa, pra variar) e performances levemente travadas que fariam qualquer fã de j-pop abrir um sorriso no rosto. O clipe com elas recusando os carinhas inconvenientes (que não são necessariamente feios, o que adorei) e fingindo passar mal pra se aproximar do médico fofinho ficou MARAVILHOSO.

Weeekly bem capaz de ter perdido o posto de melhor debut do ano depois disto aqui.

We Ride, Brave Girls

Se o Brave Brothers produzisse músicas como gerencia grupos, só teríamos bombas e mais bombas com o nome dele. Da mesma forma, se ele gerenciasse como produzisse, tudo que ele tocasse ia virar a próxima mania coreana. Porque, sério, as Brave Girls tem uma trajetória péssima e conturbada, mas são muito poucas as músicas delas que não são MUITO boas.

We Ride segue com o produtor abraçando a onda retrô na via do city pop, entregando uma ótima modernização do gênero, batendo de frente com a Yukika e todo o álbum que ela lançou este ano. Se ele tirou ouro de house quando o house estava saturadíssimo, nem precisa dizer que isto ficou uma maravilha, né? O clipe ainda complementa com um ótimo uso de pouco orçamento, com boas referências ao city pop enquanto aesthetic, com uma cor/propaganda diferente para cada integrante.

Mais um single feito sobre medida que provavelmente irá envelhecer como vinho.

100, SuperM

Ignorei isto totalmente porque achei que não iria gostar, considerando que achei meio esquecível o debut deste megazord de homens da SM. Só que, no fim, até que 100 funcionou um pouco comigo. Ela tem o pulso e a velocidade que se espera de uma faixa com tema de corrida, traduzindo sonoramente o hype que esta unit/grupo tem, considerando o tanto de gente que junta.

Talvez seja questão de biasismo, mas achei que faltou um pouco de agressividade dos gritos dos carinhas. Os harmônicos e sussuros estão muito bons (e o Taemin agindo como se fosse o rei de todos eles tá maravilhoso), mas o gritos e raps… Se o Stray Kids tivesse com isto aqui sairia algo muito mais memorável e efetivamente cheio de pulso.

Losing You, Wonho

Aos meus ouvidos é um pre-release tristinho de baladinha, em inglês para os fãs internacionais e com um pouquinho de biscoito pra mostrar o que o Wonho faz tanto na academia. Pro Leo do Asian Content é uma música sobre encerramento de ciclos e superação, cheia de simbologias e ambiguidades. Leia a review dele, é muito boa!

Whale, Sejong

Sejong aparentemente lançou coisa independente mesmo tendo sido a integrante que mais se beneficiou com o fim do gugudan. E agora as pessoas tão tacando hate na menina porque a empresa implodiu o gugudan e o apagou da existência, como se ela tivesse alguma culpa disso… Enfim, Whale é um pop acústico bem competente, com nome criativo, cheio de melismas fininhos e um refrão de sintetizadores que realmente te faz sentir no fundo do mar.

Pra mim soou meio genérico e esquecível, mas se você tem um mínimo de preferência por ela, certeza que vai funcionar melhor que as baladinhas que ela já lançou.

Beautiful, DONGKIZ

Pop levemente barulhento, agressivo e sombrio de oppa trevoso bem feito com algumas encaradas de fanservice entre os membros. Pena que não funcionou muito comigo porque é raro algo assim ser bem produzido na Nugulândia, quem sabe colocando na minha playlist aparece lá no finalzinho do Top100 de final de ano?

nanana, MCND

As vezes eu tenho um certo receio de criticar uma música só por criticar e acabo fazendo o exato oposto, que é elogiar só por elogiar.

Eu poderia dizer que a ligação entre moombahton e os sintetizadores ficou bem feitinha no instrumental, mas no fim não me impactou o suficiente pra eu escutar de novo. Assim como 100, parece que o instrumental se arrisca e é violento de uma forma que os vocais dos integrantes simplesmente não conseguem chegar à altura.

Island, Lee Sojung

A história do Ladies’ Code é triste por si só ficou ainda mais triste este ano depois que descobrimos que, em sete anos de trabalho e experiências traumáticas, elas nunca foram pagas. Sojung, a principal vocalista do grupo, lançou um single solo depois de ter saído da empresa e, apesar de ter ficado um dancehall bem qualquer coisa, é bem capaz de eu dar stream pelo carinho que eu desenvolvi pelo grupo nestes últimos anos.

Flame, Cravity

Cravity são os novinhos que estão fazendo um bom barulho do lado das boybands. Os atos da Starship já me deixam com sobrancelhas arqueadas, porque ela deu uma boa afundada no Boyfriend, perdeu um pouco o direcionamento com as Cosmic Girls e ainda expulsou o Wonho por nada. O problema é que eles fazem coisas muito competentes, comigo curtindo já dois comebacks vindos da empresa este ano.

Flame não é diferente, muito pelos harmônicos agudíssimos que são muito prazerosos de ouvir. Uma hora eles lançam uma música que soe menos genérica negativamente comigo pra eu rasgar seda e falar como eles conseguem ser delicados como o Astro apesar de serem uma boyband.

No More, Kim Yohan

Eu poderia fazer um post solo só compilando os atos provindos do X1 (fala aí se você achou a ideia legal), porque, aparentemente, todo mundo decidiu seguir o caminho da Chung Ha de solista e tivemos ótimos exemplos (seja do mais genérico pro mais impactante). Kim Yohan vem com o lado mais aegyo da força, trazendo, surpreendente, um trap leve e bonitinho, com uma dancinha bem boilolinha. Tem números parecidos bem melhores este ano e ele força um pouco demais o aegyo em alguns momentos, mas ver um rap de um carinha que está com um sorrisinho no rosto é algo bem raro, então tá valendo.

Flamingo, Botopass

Grupo com polêmica de bullying nas costas antes mesmo de debutar, já corta bastante a possibilidade de replay factor… E o pior que a música é um latin-pop levemente agressivo e sombrio que funciona (ainda mais com um pouquinho de fanservice lésbico). É como se a vilã da novela hispano-americana do SBT tivesse uma música tema…

Quantos sentimentos mistos escutando isto daqui, meu deus…

Black Rose, The Rose

Existem alguns momentos em que eu me pergunto o porquê eu curto k-pop. Tipo, qual é a caractetística específica da música da Coreia que faz ser tão especial. Me pergunto se são os visuais, a própria sonoridade da língua, como os idols se apresentam, enfim… E aí vem músicas como esta Black Rose que simplesmente me respondem “não importa, só curte a vibe”, porque isto seria o que qualquer banda de rock americana que já tentei ouvir lançaria e estas bandas não tem nem metade do replay factor de isto teve comigo…

Eu descobri pelo Twitter que o The Rose terminou o contrato com a empresa abruptamente e isto virou uma briga de declarações públicas e ameaças de processo da empresa em cima deles (que, aparentemente, tava lotando os garotos de atividades de forma insana sem nem pagar direito). Pra você ter uma ideia, o negócio foi sério ao ponto de que quem fez as declarações públicas foram os advogados que eles contrataram e não os membros em si.

Passada a tempestade, vem a calmaria, com a banda seguindo por um caminho independente e lançando Black Rose como um “presente para os fãs” que acompanham o grupo (o nome do fandom é o nome da música). Este é um rock melódico, triste e soturno, porém que traz uma mensagem e uma sensação de superação conforme os versos progridem e a bridge ecoa com seus gritos. Gostei muito e provavelmente vou ouvir muito em momentos de fragilidade (sabe, aqueles que só precisamos de um abraço e não conseguimos um de ninguém?).

I’m So Sexy, N.O.M.

Mais um pouco de voguing, sintetizadores pesados e sussurros sensuais do trio N.O.M, desafiando a masculinidade heteronormativa coreana DE VERDADE….Pra mim, segue melhor que a outra que eles desovaram neste ano, mas ainda não chegou no nível dos singles do KAZAKY (um grupo ucraniano de carinhas de salto e voguing) que eu realmente curtia . Na espera de eles lançarem uma Touch Me num futuro próximo.

Inclusive, as meninas aegyo no vídeo foi uma ótima adição, ainda mais depois de você descobrir que elas são de um grupo da mesma empresa que debutou este mês… Que vai aparecer agora embaixo.

WAKE ME UP, AREAL

Eu já tinha fechado a lista pro post, mas decidi incluí-las depois de ouvir 30s da música, que emula muito bem a linha de “girl crush barulhento porém não agressivo” que o ITZY tá seguindo. A faixa é um EDM bem redondinho, com elementos fofinhos no começo (inclusive na performance vocal delas) que vão lentamente ficando mais agressivos e sóbrios ao passar dos refrões. Até aí tudo bem… Então tudo explode na bridge em que elas trocam de roupa e abraçam o girl crush com força e agressividade, num EDM explosivo de Pocket Girls que quase beira o trash.

Mais um grupo de nugus que se junta ao 3YE como melhores expoentes da onda de girlcrush barulhento revivida pelo BlackPink… Aleluia!

Shadow, M.O.N.T

M.O.N.T segue me impressionando com a qualidade de suas músicas autoproduzidas (NOTA: eu escrevi no último post que eles eram da ilha de Jeju, mas, na verdade, eles são de outra ilha, Ganghwa, ao norte da Coreia do Sul x.x). Agora, com este lançamento um mês depois do anterior, consegui entender o que raios está por trás disto.

Em julho, tivemos o projeto focado no integrante Roda, Aqua Tape, com Lethargy (solo dele) e Boom Bang (música do trio), focando em rap e um clima mais tropical inspirado em rock psicodélico. Agora, em agosto, temos o single do Bitsaeon, indo para um clima mais sóbrio de jazz e bossa-nova, com Moonlight (solo dele que está bem harmônico, bem calmo e sutil aos ouvidos… Na ótima linha do que a IU serviu em Modern Times há sete anos atrás) e Shadow aí em cima.

Eu nunca NUNCA achei que meu gosto por raps mais chill ia combinar TANTO com um instrumental de jazz. A forma como eles carregam os versos em cima de um instrumental tão cheio de instrumentos (e não sintetizadores) traz uma carga muito clássica pro lançamento, apesar dos versos serem praticamente em rap. O refrão sendo sussurrado com uma voz meio bêbada (como a letra fala que eles estão) é viciante e deixa os “shadow” na sua cabeça facilmente… E esta bridge cheia de scat?

Podem me chamar de mint (o nome do fandom deles), porque virei oficialmente fã depois de QUATRO ACERTOS SEGUIDOS em praticamente um mês e pouquinho… Tô até ansioso para o próximo lançamento, que provavelmente vai focar no integrante que falta, Narachan.

Song Review: M.O.N.T – Shadow | The Bias List // K-Pop Reviews & Discussion

24 pequenas reviews depois estamos aqui! Muito obrigado por ter lido o post inteiro ❤

Achei que este mês foi bem positivo e trouxe muita coisa boa que estava fora do meu radar. M.O.N.T, AREAL, The Rose, Brave Girls, Byulzzi, BIBI… São tantos nomes apostando em tantas coisas diferentes que até me perdi um pouco aqui kkk É bom ver que a diversidade sonora e visual está voltando cada vez mais forte para o k-pop depois do marasmo homogêneo de 2016/2017…

Eu não cobro muito, vai lhe custar uma ninharia… Não vai sentir falta!

O que eu quero é… A sua voz…

Úrsula

O Aquário Hipster também tem Twitter!! Segue lá se quiser acompanhar indicações e comentários aleatórios de k-pop, BL e uns desenhos: @AquarioHipster

8 comentários em “Fundo do Mar (Agosto’20): Nugus, SuperM, Kim Yohan, Cherry Bullet, The Rose e mais…

  1. Adorei os uniformes coloridos do Cherry Bullet. Seriam elas as sucessoras do falecido Rainbow? Irão elas levar adiante a palavra da Xuxa em Arco-Íris?

    Curtido por 1 pessoa

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