Reflexões nostálgicas de J-Pop recente: Perfume, Wednesday Campanella, BED.IN e mais…

Nesta última semana está acontecendo um fator curioso nas minhas playlists: fui atingido por uma onda nostálgica FORTE desde segunda-feira, quando finalmente iniciei os preparativos pra sair do meu trabalho e mudar de carreira xD (como falei aqui que queria fazer em alguns posts reflexivos nos últimos meses). Começou com a era noventista da Tiffany na SM, mas aí foi por um caminho totalmente inesperado: j-pop que descobri entre 2016 e 2017… Então pensei em elencar algumas coisas, refletir um pouco e contar algumas histórias engraçadas envolvendo minhas desventuras com j-pop… Partiu?

Aozora: FEMM - POW / L.C.S.

Eu confesso que estou gostando bastante do que o Aquário Hipster está se tornando. Uma mistura de reflexões, resenhas e curiosidades que encontro no Wikipédia/na página 5 do Google. Voltar a escrever aqui está sendo uma experiência divertida (ainda mais divertida do que nos períodos anteriores que o blog estava ativo) e me ajudando a evoluir enquanto artista, blogueirinho e, porque não, produtor de conteúdo.

Além disto, também está me ajudando a passar por este período de indefinições (seja por conta da pandemia ou pela própria insegurança na transição de uma vida pós-faculdade com expectativas de estabilidade de uma “vida adulta”) de uma forma mais tranquila. Sinto que começo a me conhecer cada vez melhor quando escrevo minhas opiniões aqui (sejam elas definitivas ou não) e isto é uma sensação muito boa.

Este processo está passando por vários planejamentos e percepções. Um grande exemplo disso é eu finalmente começar a fazer alguns posts que estavam nos meus rascunhos há bastante tempo, comentar sem ficar me forçando a “seguir a opinião dos outros pra agradar” e, claro, ser bem sincerão quanto a alguns sentimentos que certas canções ou contextos nos trazem. Ainda tem mais alguns na minha lista (um TOP100 com as músicas de 2018, BL review de Gameboys, o retorno da fanfic do LOONA, um post relacionando BlackPink com um girlgroup dos anos 60, um especial de Halloween com o Dreamcatcher…), além de uma mudança definitiva no layout do blog e exclusão dos posts antigos (com a repostagem de vários deles depois de uma revisão, claro).

E este é, claramente, um destes posts kkk

Minha relação com o j-pop é ocasional e até engraçada. Escutava bastante músicas de anime e de vocaloid na minha adolescência, mas depois que descobri k-pop, minha exposição à cultura fonográfica japonesa foi ficando cada vez mais minguada… Até que eu descobri o famigerado Bruno do ASIANMIXTAPE e sua fusão inusitada de k-pop e j-pop.

Eu provavelmente teria ficado só nos lançamentos coreanos se a frequência de posts dele não fosse tão baixa (era algo entre 10 a 15 posts por mês no máximo, se não me engano), então comecei a conhecer este universo tão incomum ao que estava acostumado, trazendo sentimentos bem diferentes de quando eu escutava k-pop, música americana e, até mesmo, o que escutava ocasionalmente do Kid Abelha e da Pabllo Vittar.

Não sei se isto acontece contigo também, mas, a depender do cenário em que a música está, eu interpreto ela de forma diferente. Por exemplo, eu sou muito mais crítico a música do contexto norte-americano do que do coreano. Da mesma forma, as músicas japonesas trazem um quê de estranheza, carisma e tosquice em mim que dialogam um pouco com a nossa imperfeição perante uma sociedade que prega a existência de seres-humanos perfeitos (muito bem representado pela perfeição visual que o k-pop exporta em cada um de seus videoclipes de cair o queixo). Não que isto seja único do j-pop pra mim, mas é neste contexto em que eu me percebo copiando uns passinhos de mão do Perfume ou emulando os gritos bizarros da KOM_I quando estou escutando as músicas.

Então aqui vai algumas histórias relacionadas a estas músicas…

♂×♀×POKER GAME, BED.IN

Bed In – RICH [Digital] // JPU Records

Dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece. Enquanto na vida romântica eu espero que isto seja mentira (já foi tanta pataquada que tomei desde o primeiro rolê que, olha, melhor esquecer), em descoberta de músicas isto é uma verdade. Com k-pop foi Gee e a maravilhosa Way to Go!, do indestrutível (haha) SNSD. Mas, com o j-pop, as rainhas do meu coração foram as toscas maravilhosas do BED.IN.

Eu lembro como o ASIANMIXTAPE fez uma propaganda MASSIVA do primeiro álbum de estúdio delas, RICH, com direito a post só falando dos teasers e da tracklist. E, sem sombra de dúvidas, este é um dos álbuns que eu levo pra vida, com uma mistura ótima de onda retrô da bolha econômica japonesa do final dos anos 80/começo dos anos 90 e do sexy appeal forçado e cômico de Kaori (a do cabelo comprido) e Mai (a do cabelo curto), as autointituladas “Idols Sexy Subestimadas”.

Lembro de ficar com o hype nas alturas e até comentar com as pessoas do meu estágio sobre (a reação foi, como de costume, bem X), quando lançou eu tocava continuamente, sem saber diferenciar direito as músicas porque quando coloquei no meu celular, ele não leu o alfabeto em japonês e “traduziu” tudo pra quadradinhos…. Paciência.

O primeiro single que me apaixonei foi, sem dúvida o Jogo de Pôquer dos Gêneros, com um clipe que nem tem nada demais, é só elas dançando, tocando guitarra e levando a multidão de um barzinho qualquer A LOUCURA! De b-side, Mayonaka no Distance traz uma aura esperança de anime shoujo noventista que, sinceramente, traz um boost de animação e esperança toda vez que escuto.

Aladdin, Wednesday Campanella

WEDNESDAY CAMPANELLA: SUPERMAN – Aplicativo de música – Ouça na Deezer

Recentemente, o Lunei relembrou de Aladdin em seu TOP 2016 e, sinceramente, todos aqueles elogios que ele tece me atingem EM CHEIO. Foi muito por conta dele e seu antigo Esquadrão Lunático que conheci esta viagem mágica em formato de música. Todas as faixas do trio Wednesday Campanella (que conta com a vocalista KOM_I, o compositor Kenmochi Hidefumi e o o diretor/pau pra toda obra Dir.F.) tem um poder de te levar para uma viagem sonora, cheia de elementos incomuns em suas explosões de sintetizadores e nos melismas bizarros que KOM_I entrega em 90% das músicas. O gimmick de usar figuras históricas/lendárias como título de todas as suas músicas é algo extremamente criativo e traz clipes cada vez mais inventivos e inusitados para o catálogo.

Na época, eu estava deitando para o segundo álbum bizarro da Kimbra e encontrei no Wednesday Campanella algo que ia além. É estranho, inusitado, criativo e tão cheio de energia descontrolada que parece refletir muito mais nosso dia a dia que as músicas redondinhas que o pop costuma entregar.

E, claro, assim como o BED.IN, eu ficava escutando o álbum deles da época, Superman, no aleatório sem realmente conseguir diferenciar o nome de uma música que não fosse o single (e só tinham dois numa tracklist de dez). Ou seja, foram oito músicas anônimas escutadas por uns dois anos até vir o Spotify na minha vida…

PoW!, FEMM

FEMM fecha a trindade de atos japoneses que descobri e comecei a curtir ainda na época que o ASIANMIXTAPE era o maior blog da Blogosfera Fundo de Quintal™. Outro que tinha divulgação massiva de todos os blogs que mencionavam j-pop, FEMM traz um conceito tão estranho junto de músicas tão lugar comum que é claramente o sonho de qualquer adolescente pseudoconceitual que gosta de farofa.

FEMM - Tracklists, Lyrics, Live, Songs, Tour, Albums | VIBBIDI

A ideia é que as duas são manequins, RiRi e LuLa, que vieram à Terra para promover a igualdade entre humanos e androides, com as gerentes, Honey-B e Trouble-W (que são as mesmas duas que fazem as manequins, até onde eu sei) servindo as vozes e produzindo as músicas para ajudar nesta empreitada. As músicas em si, por sua vez, são praticamente versões melhoradas de 90% do eletropop do início do século XXI, totalmente em inglês.

PoW! foi meu grande amor por muito tempo. Ela me lembra de uma época mais simples (porém mais conturbada kkk) em que eu era aficionado por super-heróis e lia gibis da DC e da Marvel praticamente todos os dias. Era uma espécie de fuga das correrias da faculdade e das confusões dos meus primeiros estágios, comigo desvendando heroínas cada vez mais desconhecidas conforme brisava da wikis das duas editoras (lembro que minhas personagens preferidas eram a Arlequina e a Mulher-Hulk e TODA VEZ que eu falava delas pra alguém tinha que explicar UMA BÍBLIA, porque o filme do Esquadrão Suicida nem tinha saído nos cinemas ainda).

Ai No Data, White Jam

Aqui damos um salto temporal para depois que o ASIANMIXTAPE acabou e o Aquário Hipster encontrou seu porão. Ano passado, eu inventei de começar japonês e sentia a necessidade de escutar mais música japonesa pra me motivar (metade do tempo eu achava “o cúmulo” eu escutar mais k-pop e ver mais dorama tailandês, sentia uma espécie de “obrigação” de “justificar” estar aprendendo a língua vendo mais coisas da cultura japonesa). Em meio a esta época, dentro de uma Daiso, eu escutei uma música que curti bastante (pra quem não sabe, a Daiso é uma franquia de lojas de R$ 1,99 japonesa que, inclusive, só toca música japonesa no fundo). Dei um Shazam, descobri quem era, só que aparentemente não salvei o resultado, então fiquei umas boas madrugadas tentando lembrar de cabeça que música era aquela pra digitar na barra do Google.

Amazon.co.jp: 最高欠作: 音楽

Olhando agora, foi até cômico, porque eu não achava DE JEITO NENHUM. Minha memória é bem seletiva com coisas a se guardar (geralmente ela prefere lembrar de moods ou de frases de desenho kk) e não facilitou muito as coisas pra mim. Depois de não sei quantas tentativas fracassadas, eu achei a fofura cômica aí em cima, com o trio White Jam, formado pelo produtor/cantor Shirose, a cantora Nikki e o rapper Gashima, brincando com minha sexualidade a partir da beleza e carisma DOS TRÊS AO MESMO TEMPO.

Dei a busca por encerrada e fui atrás do álbum que tinha esta música.

Só que o ataque de azar veio de novo e isto foi algo SUPER DÍFICIL DE ACHAR. Aparentemente eles são zero famosos fora do Japão e o álbum que tem esta música é um dos menos famosos deles. Resultado: mais buscas (inclusive copiando e colando kanjis que nem sabia o que significava na barra do Google) em mais madrugadas. Quando finalmente encontrei, escutei o álbum ATÉ CANSAR nas idas e voltas do trabalho. Hoje, apesar de não lembrar do nome de metade das músicas, reconheço todas só de ouvir (recomendo muito o batidão Sneaker Dreamer, inclusive).

O melhor é que, depois de tudo isto, eu achei o print que tinha salvo do Shazam na Daiso (estava perdido nos recantos do meu celular) achei a música SUPER RÁPIDO (era uma aleatória do Da-Ice) e fui escutar de novo… E aí achei bem qualquer coisa kkk Mas o bizarro é que a música foi composta pelo Shirose do White Jam… A coincidência no final me espanta até hoje.

Pick Me Up, Perfume

PERFUME - Cosmic Explorer - Amazon.com Music

Indiretamente, meu vício recente no Perfume é um dos motivos deste post existir. Com o lançamento comemorativo de Time Warp, eu resolvi dar uma chance para Kashiyuka (a de cabelo comprido solto), A-Chan (a de cabelo preso) e Nocchi (a de cabelo curto), e suas músicas eletrônicas geometricamente produzidas pelo Yasutaka Nataka, me apaixonando pelas batidas, pelos clipes e pela dança delas no processo.

Escutando Spending All My Time, Tokyo Girl e Pick Me Up QUINHENTAS VEZES neste final de semana, eu me lembrei que já tinha tentado escutar elas uma vez, quando a Album Review do Cosmic Explorer ficou um bom tempo como a última coisa postada no ASIANMIXTAPE (pelo menos na minha memória kkk). Eu tinha clicado em Pick Me Up, interpretando como uma farofa eletrônica despretensiosa e não soou muito agradável aos meus ouvidos na época. Hoje, a letra e o clipe dialogam comigo e minha situação atual de tal forma que é capaz de se tornar uma das minhas músicas favoritas de TODOS OS TEMPOS.

Eu confesso que, quando finalmente dei o primeiro passo pra mudar de carreira (algo que eu pensei que nunca seria capaz de fazer sozinho), senti exatamente como a representação gráfica deste clipe: eu mesmo estava começando a me puxar para fora de uma “zona de conforto” desesperançosa, assim como as três fazem consigo mesmas conforme os vocais e os sintetizadores ficam cada vez mais apocalípticos. Este tipo de identificação com qualquer música, querendo a gente ou não, marca ela pra caramba na nossa memória…

30th Century Boy, Yohdi Kondo

Agora, o motivo real da existência deste post foram as DUAS MADRUGADAS que fiquei caçando internet a fora este ato aqui, chamado pelo ASIANMIXTAPE de “a versão masculina da Kyary Pamyu Pamyu”. Eu nunca escutei muito a Kyary (só PONPONPON mesmo), mas a falta de heteronormatividade deste carinha me encantou na época que li num pacotão aleatório do Bruno.

www.neowing.co.jp/pictures/l/09/08/AKCY-58061.jpg

O problema é que eu lembrei aleatoriamente dele e do post neste último sábado e fiquei buscando LOUCAMENTE na internet entre lançamentos de 2016 e 2017, porque eu não lembrava NADA além da capa do single meio bizarra envolvendo hambúrguer e ketchup (ao lado). Demorei pra caramba e até achei algumas coisas bem datadas perdidas do que era referência da Blogosfera Fundo de Quintal™, pra descobrir que o single na verdade era de 2015!

Eu fiquei chocado que já lia os blogs há cinco anos (minha mente tinha interpretado que eu comecei a ler só no final de 2016) e agradeci aos céus por ter descoberto isto na madrugada de domingo/hoje, porque eu ia ficar ficar eternamente pesquisando entre debuts japoneses de 2017/2016 e NUNCA IRIA ACHAR.

Yohdi Kondo é, assim como Kyary, um modelo de harajuku que virou cantor (mas não lançou mais nada desde 2017 e hoje vive como youtuber de beleza e ator). E, assim como ela, traz muito mais dentro da superfície de fofura extrema quase bizarra (Kyary é feminista maravilhosa, caso não saiba): ele é um carinha LGBTQIA+ que não se identifica com as estruturas de gênero (tanto que a própria avex identificou ele como “genderless boy” nas descrições dos clipes). A música em si não chega a ter nada de especial (segue a linha de fofuras levemente orquestrais que são bem comuns em vários cantos do j-pop), mas o fato de um carinha LGBTQIA+ estar cantando elas gera uma questão de identificação que eleva e bastante a vontade de escutar, com esta fofura aquecendo um pouquinho o coração no processo.

Hanabira, Natsume Mito

Natsumelo - Wikipedia

Compartilhando sobre minha busca incansável pelo Yohdi com migues, um deles me lembrou da saudosa Tosca da Franja, Natsume Mito, outra modelo que foi brevemente cantora, sob a produção do Nataka. Eu não cheguei a me apegar a nenhuma música ou single dela ainda, mas a indicação de Hanabira do meu amigo foi ÓTIMA, além de me fazer lembrar de como o Bruno pistolava PRA CARAMBA em cima dela: como o Nataka estava perdendo a mão ao gerenciar três atos ao mesmo tempo e deixá-los com estilos diferentes entre si, como a Kyary estava lançando coisa inespecífica atrás de coisa inespecífica, etc, etc, etc... (é engraçado como a gente lê resenhas de coisas que a gente nem escuta se curtimos como a pessoa escreve, né?).

水曜日のカンパネラ、「アラジン」MV公開&特設ページに魔法のランプ登場 (2016年11月1日) - エキサイトニュース

Decidi finalizar com a Tosca da Franja aqui pela lembrança e também como uma espécie de “epílogo” desta onda nostálgica de j-pop, que capaz de seguir forte nas minhas playlists ou não (vai saber? kk). Não que eu vá super acompanhar o cenário e postar sobre isto agora (até porque eu descubro sobre lançamentos japoneses MESES depois kkk), mas este foi um exercício legal pra expressar o que estou sentido depois de começar DE FATO a transição de carreira e como isto afetou as músicas que eu estou escutando. Além disso, claro, existem outros atos japoneses que escuto (como saudosas Utada, Namie e Koda), mas estes são os que mais representam esta época que veio a memória e tudo mais.

Obrigado por ler até aqui e me acompanhar nesta jornada reflexiva de hoje ^^ kkk

Tem alguma história legal pra compartilhar sobre j-pop ou dos tempos do ASIANMIXTAPE? Fala aí nos comentários, se estiver afim xD

O Aquário Hipster também tem Twitter!! Segue lá se quiser acompanhar indicações e comentários aleatórios de k-pop e BLs, com tweets ocasionais de artes e reflexões político filosóficas: @AquarioHipster

9 comentários em “Reflexões nostálgicas de J-Pop recente: Perfume, Wednesday Campanella, BED.IN e mais…

  1. Ótima seleção!!

    Sobre o FEMM, vale destacar a participação delas no pouco duradouro megazord FAMM’IN, com as meninas do FAKY e a solista Yup’in; o contraste entre elas todas robotizadas enquanto as outras esbanjavam animação era… peculiar.

    E em tempos em que Kumiko Koda esqueceu como ser polêmica e sexy sem ser vulgar (ou melhor, sexy sendo MUITO vulgar), as BED.IN felizmente mantêm esse legado vivo a cada novo comeback! Mas ainda prefiro o single C-CHOU VENUS delas, que esbanja toda a tosquice (intencional e não intencional) delas.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Siiim, eu lembro desta unit BIZARRA, mas nunca dei muita trela porque não conhecia muito do FAKY na época (quem sabe agora…)

      C-CHOU VENUS até funcionou pra mim como clipe, mas a música que realmente ficou na minha cabeça quando vi pela primeira vez foi a do pôquer kk

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  2. Amei seu post. Relembro do asianmixtape sempre com muito carinho. Acho que a maior herança que trago dele é do final de 2014, quando conheci a Jolin Tsai, num post que falava sobre PLAY. O vídeo é algo que de vez em quando mostro a alguém.

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    1. NOSSA SIM!!! Jolin foi a primeira cantora que conheci que lançava música dançante e crítica ao mesmo tempo xD Foi por causa dele também, num post em que ele comparava a energia dela com a preguiça da Namie em I’m not your girl kkkk O vídeo de PLAY acho que é um dos melhores clipes que já vi, sério… Vejo de fez em quando pra alimentar o anticapitalista frontoso dentro de mim kkk

      (fico muito feliz que você gostou do post 💖 Obrigado pelo elogio e pelo comentário xD)

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  3. Confesso que ainda não morro de amores pelo jpop, culpo esse defeito ao fato deu achar que todas as musicas do nipon serem openings ou endings de animes, mas foi por causa do bruno do finado asianmixtape que o jpop foi entrando no meu coração.

    Curtido por 1 pessoa

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