We Best Love, No.1 For You: Simplório demais ou um bom clichê? | BL Review

Como planejado, chegamos a primeira BL Review de Março!! Surpreendendo muitos que esperavam os hits tailandeses de 2021 chegarem em nossas telas, We Best Love foi um projeto que brilhou logo no comecinho de 2021, que se encheu de hype depois de revelado que a roteirista era Lin Pei Yu, a mesma de estórias amadas de HIStory (Trapped, Crossing the Line e Right & Wrong – e Obssesed, caso alguém ame ele kk). Isto me deixou muito feliz (quando é que as pessoas lembram dos roteiristas, mano? Reconhecimento merecido!) e claro que me fez conferir o BL… Ainda mais depois de sua segunda temporada (que estreou dia 5) ser duramente criticada no twitter SEMANAS antes de estrear…

We Best Love é um dorama taiwanês curtíssimo, com seis episódios de 30 minutos, que foi idealizado como um projeto de duas temporadas iniciais (No.1 For You e Fighting Mr. 2nd). A trama acompanha Zhou Shu Yi (YU) conforme ele é desiludido quando sua melhor amiga e crush, Jiang Yu Xin (Belle Hsin), se declara para seu melhor amigo, Fang Zheng Wen (Zack). Gao Shi De (Sam Lin), seu rival, que ganha dele em tudo quanto é tipo de competição desde que eram crianças, se aproveita deste cenário para se aproximar de Zhou Shu Yi, afinal, ele nutre sentimentos pelo garoto há anos…

Para conseguir equilibrar a leitura de quem nunca viu o dorama e quem viu, eu vou (que nem na review de 3 Will Be Free) primeiro fazer uma análise sem spoilers e, depois de um aviso, eu entro em especificidades da estória e dos personagens (assim não estraga sua experiência se você curtiu a ideia do dorama e ficou com vontade de ver) ^^

Em meio a tantas inovações e propostas fora da casinha no cenário de BLs (seja pelo crescimento do mercado tailandês ou pelo surgimento do filipino), We Best Love parece trazer uma trama até que simples demais. É o clichê de enemies-to-lovers e de amor não correspondido de uma gay para um hétero, dentro de um cenário universitário no qual pouco importa qual é a faculdade que os personagens estão fazendo kkk Porém, acredito que esta simplicidade foi justamente o que fez o dorama se destacar.

Afinal, ao invés de focar em alguma trama mais ousada ou trazer algum novo fator de “choque” que prenda a atenção do público já acostumado com BLs (como a bruxaria de Cheat e o fator metalinguístico de Lovely Writer, por exemplo), o dorama procura trazer um pouco mais de aprofundamento aos clichês, dando motivações mais sólidas aos protagonistas e os construindo enquanto seres tridimensionais. Ao invés de se preocupar em mostrar o porquê as coisas acontecem (por exemplo, como o Shi De começou a gostar do Shu Yi), a trama se recai no desenrolar dos personagens e como suas atitudes vão lentamente se transformando. O enfoque não é contar de onde vieram os sentimentos e as situações, mas sim como estes sentimentos fazem os personagem agir no momento presente. O status quo já está estabelecido e, assim, sobra espaço para os personagens se desenvolverem e mostrarem o que tem de melhor.

Diferente do que estamos acostumados (principalmente com os BLs tailandeses da GMMTV), a estória é character-driven, ou seja, é a ação dos personagens que movimenta a trama e não os fatos. Não é preciso que nada mais de externo aconteça além da premissa inicial (Shu Yi ver Yu Xin se declarando para Zhen Wen e Shi De saber disto) para a trama correr. E, em We Best Love, isto acontece com um caráter tão confessional e delicado, que faz os dois protagonistas parecerem mais profundos e relacionáveis do que é efetivamente mostrado.

O ritmo da narrativa segue uma certa calmaria, apesar de ser algo curto, e dá devido enfoque a cinematografia das cenas para transmitir emoções. Acredito que isto deva ser um estilo ou da roteirista ou de Taiwan (ainda não tenho bagagem suficiente sobre as produções BL do país pra dizer ao certo, porque tudo o que vi ou era HIStory ou era relacionado a HIStory kkk), mas, neste ponto, ela se assemelha bastante as duas estórias da segunda temporada de HIStory (Crossing the Line e Right & Wrong). É calmo, pacífico e segue uma progressão constante de acontecimentos sem correr ou enrolar demais no ritmo da narrativa.

Só que nem tudo são flores. Eu vi que o dorama foi super amado por todo mundo e tals, mas, assim como ele é simples, os personagens e as situações podem adquirir um tom meio simplório demais se você já assistiu muitos BLs e está acostumado com este tipo de estória. Talvez por uma questão de tempo mesmo, a troca de enemies para amigos para lovers parece ser rápida demais.

E, claro, como o dorama foi montado para já ter uma continuação, o cliffhanger no último episódio soa preguiçoso e forçado (ainda mais com o “episódio 6.5”, não o veja, vai por mim kkk), deixando um certo amargor no final da estória e quebrando o fluxo mais pacífico que eu disse. Se isto é algo necessariamente ruim, só o desenvolvimento da continuação nestas próximas semanas é que vai nos dizer…

No mais, algo que eu queria começar a falar aqui nessas BL Reviews é sobre a OST. Afinal, este é um blog originalmente de música e eu sempre dou uma conferida nas faixas tema do dorama, porque escutá-las é meio que uma forma de lembrar da estória com carinho durante o meu dia. No total são três faixas, Will You Be My Love, da Kelly Cheng, Hard to Let Go, do Zhou Yu Tian (que faz uma ponta como bartender) e Blue Lover, cantada pelo próprio YU.

Will You Be My Love é uma ótima abertura para o dorama, saindo um pouco das baladas melodramáticas mais comuns ao gênero para um R&B de cafeteria gostosinho de ouvir, com um refrão todo em inglês (o que faz grudar mais fácil na cabeça). Já Hard to Let Go e Blue Lover caem na típica baladinha vocal romântica e melosa. A primeira consegue ser um pouco mais memorável quando aparece no dorama e lembra até um pouco um encerramento de anime mais dramático, mas a segunda… Eu queria ter gostado, juro, é a voz do protagonista, mano, mas não rolou não… É muito genérica e sem momentos impactantes pra ficar na minha memória…

Agora, começa a sessão de SPOILERS depois da imagem abaixo, então, se você quer ficou interessado em assistir e não quer pegar SPOILERS por causa do post, é só parar por aqui (ou descer até o último parágrafo de conclusão, se quiser).

me & everything else

Em uma review mais detalha é importante destacar mais três personagens que aparecem depois da premissa inicial: Pei Shou Yi (Ray Chang), Liu Bing Wei (Evan Luo) e Shi Zhe Yu (Richard Lee). O primeiro é primo de Shi De e médico de plantão na faculdade e os outros dois são amigos de Shu Yi e Shi De, respectivamente, que possuem um crush nos protagonistas até inevitavelmente caírem no plot enemies-to-lovers um com o outro. Estes três, junto com Yu Zhen Xuan (Chih Tian Shih), que fez uma ponta num flashback no último episódio, formam o elenco principal do projeto junto com os dois protagonistas de No.1 For You.

Pelo que eu entendi, a ideia é que o dorama procura trabalhar com os três casais (Shu Yi x Shi De, Zhe Yu x Bing Wei e Pei Shou Yi x Zhen Xuan) como Junjou Romantica/Sekaiichi Hatsukoi, a cada temporada dando mais enfoque em um dos três para os outros atuarem como secundários ou pontas. É uma proposta interessante para um projeto de dorama (ao invés das minisséries antológicas sem conexão entre si de HIStory) e minha frescura agradeceria se eles conseguissem fazer no mínimo três temporadas para focar pelo menos uma vez em cada um dos casais.

Em No. 1 For You o foco é em Shu Yi x Shi De. Apenas os dois personagens tem um mínimo de aprofundamento psicológico e a trama é basicamente sobre a relação entre eles, com o resto servindo de ponta ou teaser pra segunda temporada. Existe um contraste logo de cara nos dois personagens que os deixa bem “shipáveis”: Shu Yi é impulsivo e esquentado, enquanto que Shi De é calculista e frio. A trama segue inicialmente o ponto de vista do Shu Yi (que chega a ser meio infantil e ingênuo, diga-se de passagem) até “descobrimos” sobre os sentimentos de Shi De (como se já não estivesse na sinopse kk) e vai intercalando entre os dois até o relacionamento começar e virar webnamoro.

Apesar de ambos terem atitudes questionáveis e, inclusive, irritantes no decorrer da trama, é difícil dizer que não torcemos para eles atingirem seus objetivos. O recurso que a série utiliza para trazer este caráter de empatia são as narrações que marcam os títulos dos episódios (sinceramente, uma das coisas mais geniais que vi pra introduzir personagens recentemente). Cada episódio é marcado por uma “lição” romântica e um texto bem bonito e reflexivo, que é declamado pelos personagens (em sua maioria pelo Shi De) enquanto passa uma cena que complementa o significado, seja no momento em que aparece, seja no final do episódio.

É um recurso extremamente interessante que tira um pouco o caráter meio “maníaco” que o Shi De tem pra conquistar o Shu Yi (cadê o pessoal crítico do twitter vendo a abusividade nele chantagiar o Shu Yi ou TRANCAR OS DOIS NA ESCOLA DE PROPÓSITO só pra passar mais tempo por ele?). Eu acho que este discurso de “abusivo” em narrativas ficcionais é levado a níveis meio exagerados em vários sentidos, mas, aqui, eu fiquei realmente meio incomodado em como isso soou como algo “normal” e, até mesmo “fofo”. Parte de mim ficou se perguntando se os sentimentos que Shu Yi passa a desenvolver foram algo espontâneo ou realmente um trabalho de convencimento milimétrico arquitetado por Shi De.

Mas parte disto também se dá na forma falha como o Shu Yi foi se desenvolvendo.

A troca rápida de enemies para amigos para lovers que falei na parte sem spoilers é aplicável, principalmente, ao Shu Yi. Como se foca pouco no porquê das coisas e mais nas atitudes dos personagens, uma hora ele muda e você só aceita e segue em frente. Não chega a ser brusco e incomodar muito, mas dá uma sensação meio desconexa e falsa. Parece que a mudança foi algo mais situacional que romântico mesmo. E aí parece que o Shi De meio que se aproveitou do momento de fragilidade dele de uma forma meio egoísta (ele mesmo fala isso durante o dorama!).

Mas contudo entretanto todavia, esta sensação é rapidamente espantada quando Shi De resolve ignorar Shu Yi. Pela estória ser um clichêzão do gênero, não existem muitos destaques na sequência de acontecimentos (Shi De e Shu Yi brigam quando juntos -> Shu Yi começa a conhecer Shi De melhor e eles viram amigos -> romantic moments that he didn’t know were romantic -> amigos dos dois preocupados com os sentimentos deles -> Shu Yi descobre o crush de Shi De), mas quando tudo está preparado pro casal começar… HÁ! A trama resolve mostrar que fez a lição de casa e montou muito bem seus protagonistas.

O fato de Shu Yi ser impulsivo e já ter uma um pouco certeza do que vai fazer contrasta bastante com a personalidade de Shi De, principalmente neste ponto da narrativa. O amor platônico é uma coisa, mas… for real? É inacreditável demais para ele aceitar, sem contar que os contras estão maiores do que os prós para que os dois juntos deem certo. Apesar de soar estranho no clichê, é natural para o personagem dele recuar neste momento, porque, todos os “romantic moments” eram momentos nos quais ele tinha meio que certeza como iriam se desenrolar (vamos lembrar que ele PREPAROU A ENFERMARIA DA FACULDADE CAUTELOSAMENTE SÓ PRA PASSAR A NOITE CONVERSANDO COM O MENINO?!). Frente ao desconhecido, ele trava e aí é a impulsividade do Shu Yi (em um dos momentos mais fofos e vergonha-alheia do dorama) que vai convencê-lo que se os dois se gostam, o importante é tentar.

Inclusive, foi justamente neste ponto que percebi uma caracterização interessantíssima do personagem do Shu Yi. Pelo ator ter nascido no Japão, eles incorporaram várias expressões japonesas no diálogo do personagem, o qual eles dizem ter um pai japonês. É uma sutileza no diálogo que traz um pouco de personalidade aos momentos mais clichês que se pode esperar e, se você sacou a tempo, dá pra dar altas risadas (a cena dele se apresentando todo nervoso em japonês para a mãe do Shi De, que tira onda da situação, é HILÁRIA).

Outra sutileza legal de destacar dos dois é como o figuro ajuda no character design. Eu sei que isto não chega a ser tão perceptível fora de animações, mas a forma como os dois se vestem (que se mantem coesa durante todo o dorama) reflete muito bem a personalidade deles: Shu Yi costuma usar roupas monocromáticas, com listras horizontais nas calças, enquanto que Shi De pende para algo azulado em camadas (como uma camisa em cima de uma camiseta). Isto consegue já passar visualmente como o Shu Yi é mais direto (“preto no branco” do monocromático) e agitado (as listras pra cima, que sugerem um movimento ascendente) e como o Shi De é reservado (as camadas, como a cebola do Shrek) e meio melancólico (o azul é ligado com esta sensação mais pra baixo mesmo).

Enfim, voltando pra progressão da narrativa, tivemos praticamente um episódio inteiro com eles namorando, o que, pra mim, é algo lindo de se ver. Acho muito legal quando vemos o relacionamento que torcemos por uns bons episódios, de fato, acontecer, porque dá uma sensação muito mais verossímil para toda a jornada. Quando acaba com os personagens começando a namorar, sempre parece que soa fantasioso demais pra mim. Agora que eles tão finalmente juntos não vai ter mais nada?

Este também foi o momento para mostrarem de forma mais direta o fato de eles serem um casal G-A-Y e não que gosta só do INSIRA O NOME DO OUTRO AQUI. O suporte dos amigos pelo lado do Shu Yi sobre isso foi bem legal (eles mencionarem que estamos no século XXI foi muito gratificante de se ver) e, colocado ao lado com a reação da mãe de Shi De, fica uma mensagem bem positiva sobre aceitação, sem ignorar este contexto, como uns doramas aí…

MAS temos de ter a continuação, então o problema da viagem aos EUA surge por um motivo muito fraco (ele ir se mudar com a mãe por causa de CASAMENTO é algo preguiçoso, sério… Poderia ser uma oportunidade de trabalho, de estudo, melhoria de vida… algo mais substancial), sendo este próprio fato meio reciclagem pra quem já viu Dark Blue and Moonlight (que, inclusive, é meio que o HIStory 0). De toda a forma, isto gera um conflito final meio forçado que, mesmo assim, consegue finalizar bem.

Só que DO NADA surge um provável conflito com o pai do Shu Yi que foi esquecido no churrasco o dorama inteiro. Isto não teria problemas (afinal, é “teaser” pra continuação), se não fosse pelo Shu Yi ser aparentemente rico e, apesar de isto não ser mencionado uma única vez na estória, pode existir um peso fortíssimo de ele seguir “os negócios da família” com uma certa conduta modelo. Aí tem toda uma trama esquecida que poderia ser utilizada na continuação, certo? Só que Fighting Mr. 2nd se passa ANOS depois de No.1 For You. Como esta trama ficou congelada por anos sem desenvolvimento?!

A escolha de salto temporal é fraca (sem contar o episódio 6.5, que é péssimo e traz um conflito TÃO mal construído que espero consertarem durante a segunda temporada) e o final, com este contexto, soa abrupto demais, pois só veremos estes personagens ANOS depois…

Web Drama: We Best Love: No. 1 For You | ChineseDrama.info

Quanto aos outros casais, que devem ter mais foco na segunda temporada, Zhe Yu x Bing Wei foi um casal secundário com química demais para o pouco tempo de tela que tiveram. Esta questão dos dois não serem correspondidos pelos protagonistas e acabarem juntos daria cenas muito divertidas e fofas, mesmo com a curta duração do dorama. E o Pei Shou Yi é, claramente, o personagem mais interessante e complexo da trama, pelo pouco que aparece. Fica nítido que o foco dele no último episódio é mais um recurso para introduzi-lo melhor para a segunda temporada, mas, mesmo assim, o personagem carrega uma aura mais densa do que todos os outros. Durante No.1 For You ele cumpre um bom papel de coadjuvante como conselheiro de Shi De e “rival romântico” de Shu Yi, mas é nítido que planejaram coisas grandes para ele (afinal, dos protagonistas, ele é o ator com mais experiência), que, espero eu, vão se desenrolar em Fighting Mr. 2nd.

Então terminamos o dorama com os status quo estabelecidos por alguns minutos (dois casais juntos e Pei Shou Yi solitário na dele) e algumas lições bonitas até vir uma cena pós-créditos a la Marvel com o salto temporal, em que o Shu Yi DA UM MURRO na cara do Shi De.

O que será que aconteceu?! Será que o estilo Crossing the Line virou algo meio Obssessed?! Como vão trabalhar o Shu Yi odiando DE NOVO o Shi De, ainda mais depois de um SALTO TEMPORAL GIGANTE?!

Estas perguntas começaram a ser respondidas nesta sexta (05/03) com a estreia da segunda temporada, Fighting Mr. 2nd, que promete arriscar um pouco mais na narrativa (principalmente com o casal Pei Shou Yi x Zhen Xuan sendo um dos principais) e, ao mesmo tempo, derrapar em tudo que acertou em sua primeira temporada…

We Best Love: No.1 For You foi uma medida segura para uma equipe de médio-porte sustentar um BL taiwanês. Com o fim de HIStory, a demissão em massa de todos os envolvidos, para depois a LINE TV comprar a marcar e fazer sem chamar ninguém de volta, deixou o cenário BL meio estranho no país, que não teve nenhuma produção marcante durante todo 2020 (se não me falha a memória). É um dorama fofo, bem escrito e adorável de se assistir para relaxar. O maior problema dele é, de fato, as escolhas que fizeram para já trazer uma segunda temporada. Então o jeito é torcer para que eles não derrapem ao ponto de ser que nem a primeira temporada de HIStory (My Hero, Stay Away From Me e Obsessed) que a maioria das pessoas finge que não existe.

Para ler a review da 2ª Temporada, Fighting Mr.2nd, clica aqui ^^

Confira as outras BL Reviews do Aquário Hipster clicando aqui ^^

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9 comentários em “We Best Love, No.1 For You: Simplório demais ou um bom clichê? | BL Review

  1. Eu Jurava que já tinha comentado esse post, mas as vezes quando vc lê a espera de dentista você esquece. Mas vamos lá:

    ⭕”(Trapped, Crossing the Line e Right & Wrong – e Obssesed, caso alguém ame ele kk)” – Eu amo as historias dela, devia ganhar o premiode roteirista do ano essa mulher.

    ⭕”Talvez por uma questão de tempo mesmo, a troca de enemies para amigos para lovers parece ser rápida demais.” – Eu curti, me dá agonia quando enrola demais.

    ⭕”vamos lembrar que ele PREPAROU A ENFERMARIA DA FACULDADE CAUTELOSAMENTE SÓ PRA PASSAR A NOITE CONVERSANDO COM O MENINO?!” – Achei icone, não é atoa que shuyi ainda não ganhou dele, a mente de shi de já transcendeu.😄😄😄

    ⭕”fica uma mensagem bem positiva sobre aceitação, sem ignorar este contexto, como uns doramas aí…” – Aclamação.

    ⭕”em que o Shu Yi DA UM MURRO na cara do Shi De.” Melhor cena ever. Rachei de rir. Como diria Lady “Applause, Applause!!!!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Ai muito obrigado pelo comentário 💖💖 (dá um super ânimo pra continuar escrevendo BL Reviews xD)

      Então, eu meio que não gosto de Obsessed, mas não chego a odiar que nem boa parte da fanbase… Ele foi o primeiro HIStory que vi e o primeiro BL que me fez entrar de vez no cenário depois de MAke It Right me afastar por uns bons meses com sua 2ª temporada @.@’ Nisso já vi ele duas vezes 🙈 (o que é muito pra mim kk)

      Fiquei pensando o que acharia se fosse um menina que fizesse isso pra conquistar o carinha pra ver se eu acharia que era uma coisa meio “maníaca” que nem eu mencionei antes ou não… E, no fim, como eu percebi que não teria esta impressão se fosse este o caso, acabei curtindo mais este momento e olhando ele mais sob o aspecto da personalidade calculista e com medo de arriscar do que pelo lado mais “problemático”

      A cena do soco até que foi ok… Mas junto com o episódio 6.5… Aquilo sim eu achei triste @.@’

      Curtido por 1 pessoa

      1. Sim, ele em nenhum momento pensou em atrapalhar o shuyi, só queria passar um tempo com ele antes de ir embora. O lado problemático dele não é pescopata. Agora o menino de History 4 só Deus na causa, tô acompanhando so por causa de Muren e licheng, rio demais com eles.

        Curtido por 1 pessoa

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